sábado, 30 de junho de 2012

Coragem, o cão covarde



Todo mundo aqui ama o Coragem, mas quem exatamente ele é? Ele é um cachorro assustado, que faz qualquer coisa para proteger sua casa, Lugar Nenhum.

Onde fica Lugar Nenhum? É um lugar onde não tem nada? Ninguém? Nenhuma esperança? Inferno?

Coragem protege sua casa e garante que ninguém machuque Muriel. Seu mestre senta em sua cadeira e odeia a tudo e a todos. Qualquer coisa malvada que venha atacar ou conquistar Lugar Nenhum, Coragem luta contra. Ele mantém Muriel segura e impede que a casa do Eustácio seja destruída.

Muriel sempre vê uma “cabeça” nova em Coragem, toda vez que algo ruim aparece e ele vai avisá-la, dando-lhe múltiplas cabeças.

Coragem ficará para sempre em Lugar Nenhum (Inferno), para proteger sua casa, manter Muriel (humanidade) a salvo do mau (Le Quack [avareza], Katz [ira], etc). Seu mestre, Eustácio (Satan), vai comandar e odiar tudo que está em Lugar Nenhum (Inferno)

Ele está preso no meio do Inferno e ama sua casa. Ele é Cerberus, nosso corajoso e covarde cão.

Fique longe da Escuridão


Você já esteve sozinho na sua casa e ouviu sons que te deixaram curioso? Você já procurou explorar a casa após ouvir tais sons? Não? Eu já. Você já sentiu que tinha alguém observando você? Você se virou para ver? Não? Eu já. E esta história é para alertar a todos. Nunca se renda à curiosidade.

Era uma casa nova, eu e minha esposa tínhamos comprado-a recentemente em um leilão por um preço muito baixo para uma casa recém-construída. Dois meses após a compra nós já tínhamos praticamente terminado de decorar a casa toda, exceto o quarto de visitas. Minha esposa estava fora da cidade quando aconteceu.

Eu estava sentado na sala de visitas, no escuro. O brilho da TV iluminando a sala era bem fraco. Eu nunca presto muita atenção à televisão: Geralmente eu sento ali e fico enviando mensagens aos meus amigos ou jogando no celular. Uma noite eu estava fazendo isso quando eu ouvi alguns rangidos vindos do andar de cima. Eu pensei que não fosse nada, “É uma casa nova”, eu disse para mim mesmo “É apenas a fundação”. O som começou a aumentar depois de um tempo, até que não só começou a me assustar, como já estava fazendo os vizinhos baterem à minha porta, achando que era eu quem fazia tais barulhos. Eu decidi investigar. Fui até o pé da escadaria e encarei aquela escuridão acima por alguns segundos.

“Olá?”

O rangido parou de repente. Eu voltei para a sala, pensando no que poderia ser aquele som. Tratei imediatamente de afastar tais pensamentos e voltei ao que estava fazendo. Depois de meia hora começou de novo, e eu já estava ficando incomodado. E assustado também. Voltei à escada mais uma vez e mais uma vez disse:

“Olá?”

Uma voz sussurrou do topo da escadaria

“Fique longe da escuridão...”

“Que escuridão?” Eu disse, minha voz trêmula, meus olhos arregalando.

“Você verá...”

Naquela altura, eu já estava tremendo violentamente. Suando frio. Eu nunca fui o tipo de cara “durão” ou “herói”, mas alguma coisa naquilo tudo me deixou curioso para ir ver o que era. Lentamente, comecei a subir as escadas, mas quando meu pé tocou o primeiro degrau, uma porta se fechou violentamente, o suficiente para me fazer pular de susto e cobrir as orelhas. Depois de alguns segundos, a curiosidade voltou, e eu continuei a subir as escadas. De repente, ouvi a voz mais uma vez, como se ela estivesse ao meu lado:

“Fique longe da escuridão...”

Eu continuei.

Eu cheguei no topo das escadas e vi uma luz saíndo debaixo da porta do quarto de hóspedes. Eu rumei para lá lentamente, tentando não fazer barulho até alcançar a maçaneta. Ela demorou a se mover, como se algo estivesse tentando manter a porta fechada. Algo muito forte. Eu continuei a tentar a abrir a porta e por fim consegui. Entrei devagar, e nada vi além dos rolos de papel de parede em um canto e a pilha de prateleiras em outro. Eu ri de mim mesmo por ser tão idiota e acreditar naquilo tudo. Me virei para ir embora, mas a porta se fechou. Corri até ela e tentei abrí-la, mas sem sucesso. De repente, a lâmpada explodiu, fazendo vidro e fagulhas voarem para todo o lado até que o quarto ficasse totalmente escuro. De repente a voz voltou, como se estivesse ao meu lado.

“Eu disse para você ficar longe...”

Outro Hospital


Eu... eu não... eu não sei onde estou. Há muita luz.

Eu estou morto?

Todo o meu corpo está doendo... Eu acho que isso significa que ainda não estou morto. Ao menos, não totalmente.
Tudo está ficando claro, agora.

Eu acho que estou num hospital. Eu estou levantando... ou melhor, tentando. Meu pescoço dói, não importa o quão devagar eu o mova.

"Por favor, fique de costas. Você passou por muitas coisas recentemente." uma enfermeira me diz.

Eu olho para baixo, observando meus braços e pernas. Eles estão cobertos de hematomas, cicatrizes e cortes. Há uma necrose (gangrena) ainda no meu pé. Mas como isso aconteceu?!

"Qual é o seu nome?" Ela me pergunta. Eu lhe digo meu nome, perguntando como diabos eu lembro disto, mas não o que aconteceu. Sinto como se a parte de baixo do meu corpo estivesse em chamas. Eles tiveram que agir melhor e rapidamente se quisessem curar.
"O que aconteceu comigo?" Perguntei a ela.
"Você quase foi atropelado por um caminhão. No meio da fuga, você caiu sobre um toco de foi arranhado por vários galhos de árvores que estavam ali. O motorista era um psicopata que tinha acabado de estar numa maré de matança em um bairro. Ele parou o veículo e foi acabar com você pessoalmente, devido à pista não ser grande o suficiente para girar em torno de seu caminhão. E depois de uma difícil luta, você foi capaz de matá-lo." Ela me disse, como se isso não fosse nada importante.

"Impossível!" Eu gritei de volta, ferindo meus pulmões. "Que provas você tem?"

"O seu próprio testemunho, senhor. Chegamos na cena pouco depois de sua luta e perguntamos o que tinha acontecido. Você respondeu tudo o que eu lhe contei." ela disse.

"Se foi isso, então por que eu tenho uma gangrena?" Eu disse. O fedor do meu corpo maltratado era insuportável, nauseava-me. Este dia continuou piorando a cada minuto.

"Calma, senhor. Você estava deitado na neve. Era inverno quando aconteceu, e seus pés começaram a sofrer necrose." , explicou ela. "Agora eu preciso que você para fique deitado. Vamos operar você"

Olhei ao redor do meu quarto. A porta foi fechada firmemente e apenas as luzes do teto livravam a sala da escuridão. A dificuldade em respirar crescia a cada segundo enquanto eu não era operado.

A enfermeira tirou algum tipo de instrumento para a cirurgia. Ela começou a se mover em direção as minhas pernas.

"Espere! Você precisa de anestésicos, certo? Vai doer muito se eu não for anestesiado! Você é louca?

Ela riu com isso, dizendo-

"Nós estamos no inferno, é claro que vai ser doloroso!"

A Foto


Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.
A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de fora. Tinha algo que parecia uma foto jogada no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto, ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.
Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelha, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.
Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota, mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.
Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.
No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.
No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota.
Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.
Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu, desceu as escadas, saiu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repente foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.
O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Depois o
motorista vê uma fotografia e a pega.
Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.

Estátua do palhaço


Alguns anos atrás, um casal precisava de uma pausa para se divertir, então eles saíram uma noite pela cidade e chamara sua babá de mais confiança.
Quando a babá chegou os dois filhos já estavam dormindo na cama. A babá só teria que sentar e se certificar que tudo estava bem com as crianças durante a noite.

Mais tarde naquela noite a babá ligou para o casal e perguntou se ela poderia fazer um lanche, eles falaram "Claro!". Antes de desligar a babá fez um ultimo pedido.

Ela perguntou se podia encobrir a estátua de palhaço no canto do quarto com um cobertor ou um pano, porque ela achava a estátua assustadora.

O telefone ficou em silêncio um tempo, então o pai disse: Tire as crianças e saia da casa... vamos chamar a policia.
Nós não temos uma estátua de palhaço. 

Então descobriram que na verdade a Estátua Palhaço era um assassino que tinha escapado da prisão.





foto ilustrativa rs

A Pulseira

Quando você é internado em um hospital, eles colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome nela. Mas há outras cores de pulseiras que significam outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.
Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital de universidade. Ele havia terminado uma operação e estava descendo para o porão. Ele entrou no elevador e dentro deste havia outra pessoa. Ele conversou normalmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, outra mulher fez menção de entrar, mas o médico imediatamente apertou o botão de fechar a porta e apertou o botão do último andar do prédio. Surpresa, a mulher reprimiu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar.
O médico disse "Essa era a mulher que eu acabei de operar. Ela morreu na mesa de cirurgia. Você não viu a pulseira vermelha que ela usava?"
A mulher sorriu, e, erguendo seu braço, disse "Uma pulseira vermelha como esta?"

Rugrats - Os Anjinhos






Essa é a Creepypasta dos Anjinhos. Eu conheço pouco esse desenho, mas parece que ele ficou famoso, e sua história também. Essa imagem apareceu pelo facebook e eu recebi ela de vários leitores por email.
Não sei quem fez a imagem, se alguém souber fale nos comentários, e obrigado a todos que mandaram!

Luzes à Distância


Um jovem, sofrendo de insônia, tentava dormir uma noite. Depois de vários minutos tentando, ele ainda estava acordado e ia ficando cada vez mais tarde. Ele se virou na cama e olhou pela janela. Do lado de fora, havia dois postes de luz ao longe, o rapaz focou seus olhos nas luzes e logo dormiu.

Na noite seguinte, o jovem teve outra crise de insônia e mais uma vez estava tentando pegar no sono. Lembrou-se da solução que encontrara na noite anterior e se virou para a janela, encontrando os dois pontos de luz. Logo, ele estava dormindo tranquilamente mais uma vez.

Na outra noite seus problemas de sono estavam de volta, mas ele simplesmente olhou pela janela, fitando os postes de luz e descansou seus olhos neles. Nesta noite, eles estavam piscando a cada alguns segundos. O rapaz pensou que as lâmpadas iam se queimar e quando ele finalmente dormiu, as luzes finalmente se apagaram.

No outro dia, ele acordou totalmente descansado. Assim que se levantou da cama, o rapaz olhou pela janela para ver os postes, esperando que alguém fosse consertá-los em breve.
Entretanto, quando ele olhou para a rua, percebeu algo estranho; não havia postes por perto.

Ele se inclinou para perto da janela para procurar melhor, mas ainda não havia sinal algum de poste por ali. Então ele olhou para baixo e percebeu pequenas marcas de garra no parapeito, como se algo tivesse se agarrado ali.

Sua insônia piorou.

Guarda Roupas Com Espelhos


Meus pais me faziam dormir em um quarto cujo guarda roupa possuía um espelhos nas portas. Eles sabiam que eu tinha medo, mas diziam que meninos grandes encaravam seus medos, não corriam deles.

Eu tentava dormir com as luzes acesas, mas eles sempre vinham e as apagavam enquanto eu dormia. Eu acordava, noite após noite, envolto em trevas e aterrorizado. Eu ficava perfeitamente parado- sequer arriscava olhar para outro lugar que não fosse o teto.

Segundos...minutos...logo algumas horas se passavam e eu ainda estava imóvel na cama, com medo de me mexer ou até de respirar alto demais. E então o sol começava a nascer e meu corpo relaxava- espelhos não são nem um pouco assustadores durante o dia.

Um fim de semana meus pais teriam que viajar para fora do estado, para um casamento, e decidiram que eu era velho o bastante para ficar em casa sozinho. Eles me deram tchau, me abraçaram e eu fiquei o resto do dia assistindo TV até ficar cansado. Desliguei a TV e caminhei preguiçosamente até o meu quarto. Eu nem sequer pensava nos meus espelhos enquanto pegava no sono.

Eu acordei algumas horas depois, ensopado em suor e novamente envolto na escuridão. Eles tinha vindo e apagado minhas luzes de novo.

A Menina e o cão






Os pais de uma pequena garota haviam saído, e por isso estava sozinha em casa apenas com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.

Ela decidiu deixar a janela destrancada, até pensou em se refrescar, e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.

No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.

Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.

Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "Humanos Também Sabem Lamber"

terça-feira, 26 de junho de 2012

Música de verdade para acompanhar as histórias de terror *u*


Pintura Assombrada


The Hands Resist Him, artist Bill Stoneham
Em fevereiro de 2000,uma pintura estranha foi colocada a venda no Ebay apenas com o titulo de “Pintura mal-assombrada” . Claro que isso atrairia atenção,assim,muitas pessoas foram perguntar ao dono da pintura se ela era realmente mal - assombrada. Diz a lenda que quem a pintou,logo apos termina-la,se matou. Mas,como eu disse,isso é apenas uma lenda,o verdadeiro pintor da pintura mal assombrada chama-se Bill Stoneham. Ele disse que a pintou no fim de 1972 e que a deu o nome de “The Hands Resist Him”. Bill tambem diz que não sabe como a sua pintura foi parar no Ebay.
Curiosamente,The Hands Resist Him foi levada a uma exposição de arte,e,os dois criticos que a viram,morreram exatamente um ano depois da exposição.

Você tem medo do escuro ?

Muitos sabem que quando ficamos com medo do escuro, as coisas que são normais como por exemplo, dilatação dos móveis de madeira (barulhos estranhos), vento que entrou pela fresta da janela (ar frio), um objeto mal posto sobre o móvel cai, tornam-se coisas assustadoras, mas são coisas que acontecem normalmente quando você não ta com medo, e você nem atenção a isso dá, poderíamos então dizer que é apenas seu medo.
Muitos também sabem que demônios existem, e eles se aproveitam de cada fraqueza de cada pessoa.
E o que tem haver? Simples.
O medo é uma das maiores fraquezas humanas, demônios se alimentam de medo, luxuria, soberba, de cada coisa que mal podemos imaginar, e o medo é um de seus alimentos preferidos, o medo é como se fosse uma brecha, você fica desesperado e quando fica assim geralmente não raciocina e faz qualquer coisa que pareça bom pra acabar com o medo.
Então quando você está com medo de “fantasmas” ou algo do genero, e algo assim acontece, não seria normal dizer que os demônios estão colocando medo em você?
Então isso não seria apenas meu medo, ele está começando por conta do seu medo, se alimentando dele, mas o que virá pela frente não será apenas o seu medo.
Reflita, e durma bem essa noite.

Hypnotize.avi



Três adolescentes encontraram, em uma noite, uma fita VHS em uma lata de lixo. Eles estavam curiosos para o que estava gravado, então eles levaram a fita para casa, pegaram um velho videocassete no armário do quarto dos pais, conectaram em uma TV e assistiram.

O vídeo começa com um padrão de teste (aquelas faixas coloridas), que rapidamente corta para o preto por cerca de seis segundos. Depois disso, ocasionais flashes de cor e estática aparecem.

Aproximadamente nos 12 segundos, aparece um olho, que é descrito como o “vazio de alma”.
O olho se aproxima, ocasionalmente, e vídeo continua, juntamente com telas pretas e flashes aleatórios de cores. Nos 43 segundos, o olho aparece com cores inversas e começa a se mover sempre para mais perto.
Uma mão acenando aparece nos 65 segundos, que inverte para o olho de novo, se afastando.
Uma tela preta aparece mais uma vez. A estática, que cobria todo o vídeo misteriosamente se dissipa, como a mão acenando se estende mais uma vez, apenas dando sequencia por um pedaço de texto em russo, que traduzido seria algo próximo de “hipnotizar”. A fita termina.

Dos três adolescentes, dois cometeram suicídio, e outro deu a fita para investigadores paranormais dizendo “Hypnotize” seis vezes antes de desmaiar. Os investigadores fizeram o upload do vídeo no Rapidshare.
O vídeo vazou para o público em geral, e desde então, sumiu do Rapidshare, não sendo possível mais seu donwload.
O nome do vídeo era Hypnotize.avi
Suposto video do Hypnotize.avi
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-YmA_9jjPpU

Vá Dormir


Ele esta no pé de minha cama. Me observando com seus olhos vermelhos. Ele cochicha “Vá dormir”,e lentamente abaixa parte de seu rosto,mantendo contato visual comigo. Eu não consigo olhar para outra direção. Eu nuca estive tao assustado. Eu seguro a respiração,e tento não me mexer. Ele pode estar em qualquer lado de minha cama,mas se eu tivesse que responder,acho que ele esta em baixo dela. Eu só preciso ficar alerta a noite inteira,e com certeza não posso dormir, não importa o quanto exausto eu possa estar. Se eu pudesse sair da minha cama lentamente… Mas,eu não consigo…
O barulho do alarme me faz levantar. O que aconteceu essa noite ? Olho no relógio e são três da manha. E uma ideia surge em minha cabeça,”Claro,eu dormi !”,e eu levanto rapidamente.
Seus olhos foram a ultima coisa que eu vi…

Clinton Road



Quais os elementos que uma estrada necessita ser genuinamente etiquetada como assustadora? Área isolada? Floresta densa em ambos os lados? A história negra? A estrada Clinton, em West Milford, New Jersey, certamente se qualifica como assustadora. Este trecho 10 milhas de curvas e mergulhos faz você se sentir como se estivesse a milhões de quilômetros da civilização. A estrada Clinton juntamente com o reservatório e rio recebeu seu nome do Clinton liquidação, em um local localizado onde a estrada cruza um riacho. A KKK e satanistas têm sido conhecida por fazer adorações nas proximidades. As madeiras ao lado de Clinton Road foi também o local de esconderijo do serial killer. Richard “The Iceman” Kuklinski foi um homem que alegou ter assassinado centenas de pessoas, mas a pessoa encontrada perto da estrada Clinton, o levou à prisão de 1986. As lendas associadas à estrada atrai e assusta todos aqueles que tentam andar por ela. Em 1905, um escritor alertou os viajantes a evitar a estrada devido a relatos de banditismo e bruxaria. Este foi um dos relatórios anteriores, mas certamente não o último. Ainda há histórias de canibais local. Se você está dirigindo na estrada e chegar a uma árvore caída bloqueando seu caminho, você deve virar-se imediatamente ou você será preso e comido.
Uma das histórias é bem conhecida de um menino na Curva do Homem Morto. Ele supostamente estava jogando em uma ponte nas proximidades e caiu para a morte nas rochas pontiagudas embaixo. Dizem que seu fantasma assombra o local. Se você jogar uma moeda sobre a borda da ponte, vai ser jogado para trás em você.
Outro relatório afirma o menino tenta empurrar visitantes sobre os trilhos. Outras histórias de fantasmas incluem uma menina dirigindo um Camaro fantasma. Ela supostamente morreu em um acidente de carro fatal em 1988 e se você mencionar esta história enquanto estiver dirigindo à noite, corre o risco de desencadear uma manifestação. Há também relatos de um caminhão fantasma branco ou vermelho que persegue as pessoas para fora da estrada. Algumas pessoas afirmaram ter visto dois guardas florestais do parque que supostamente morreram no trabalho, em 1939, ao acampar.
Há até mesmo relatos de criaturas estranhas vistas sobre ou ao lado da estrada. Do Cérberus aos híbridos não identificado, que se acredita serem os sobreviventes do Habitat Jungle, uma atração nas proximidades que está fechado desde 1976, que supostamente foi responsável pelo cruzamento de animais locais com animais selvagens. Quando a atração animal foi fechada, surgiram rumores de que muitos desses animais foram soltos na floresta local, em vez de ser transportado para outra instalação. Alguns afirmam que o famoso Jersey Devil fez uma aparição, uma ou duas vezes. Estes são, apenas um punhado de relatos de testemunhas oculares e histórias contadas sobre Clinton Road.

Jeff,o Assassino



ASSASINO EM SÉRIE DESCONHECIDO AINDA ESTÁ A SOLTA.
Depois de semanas de assassinatos inexplicáveis, o assassino sinistro, ainda desconhecido, está com paradeiro desconhecido. Depois de pouca evidência encontradas, um jovem garoto diz ter sobrevivido a um dos ataques, e corajosamente contou sua história.

“Eu tive um pesadelo e acordei no meio da noite. Eu vi que por algum motivo, a janela estava aberta, mesmo que eu me lembre de ter fechado antes de eu ir para a cama. Levantei-me e fechei-a mais uma vez. Depois disso, eu simplesmente rastejei pra debaixo de minhas cobertas e tentei voltar a dormir. Foi quando eu tive uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Olhei para cima, e quase pulei para fora da minha cama. Lá, em um pequeno raio de luz, iluminando por entreas minhas cortinas , tinham um par de olhos. Não eram olhos normais. Eles eram escuros, ameaçadores e de um preto profundo e … simplesmente…planando lá, me aterrorizando. Foi quando eu vi a boca. Um sorriso , muito horrendo que fez todos os pelos do meu corpo ficarem em pé. A figura estava ali, me observando. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, ele disse. Uma frase simples, mas disse de uma forma que só um homem fora de si falaria.

Ele disse ‘Vá dormir’. Deixei um grito escapar, e foi isso que fez ele vir até mim. Ele me apontou uma faca; direto no meu coração; E pulou para cima da minha cama. Eu lutei com ele, chutei, soquei, rolei pela cama, tentando tira-lo de cima de mim. Isso foi quando meu pai entrou no quarto. O homem jogou a faca, diretamente no ombro de meu pai. O homem provavelmente acabaria com ele, se um dos vizinhos não tivesse chamado a policia.

Eles estacionaram na frente da minha casa, e correram para a porta. O homem deu a volta e correu escadas a baixo para a entrada. Eu ouvi um barulho de vidro quebrando. Quando eu sai do meu quarto, eu vi que janela do fundo da minha casa estava quebrada. Eu olhei pra fora, e vi ele correndo já longe. Eu posso dizer uma coisa, que eu nunca vou esquecer o rosto dele. Aqueles olhos malditos, frios, e o sorriso psicótico. Isso nunca vai sair da minha cabeça.”

A historia de Jeff,o Assassino
Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ”requintadas”. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Em quanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.
“Oi” ela disse, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês, e meu filho também.” Ela se virou e chamou seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse oi, e correu de volta para o pátio da casa onde voltou a brincar.
“Bem,” disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Depois de conversar um pouco,Bárbara os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe.

“Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha.”
“Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; nós devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, nós vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto, e desmoronou na cama. Ele sentou ali e ficou olhando para o seu teto quando, de repente , ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas… Um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer. Ele ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas, e desceu.

No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer , ele teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ele ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, eles andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que merda é essa?”
A criança deu a volta e foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou-o com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff. Ele vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado.

“Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço.” De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar.
“E eu,” disse o garoto do skate ” sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus , se é que você me entende.” Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que ele virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil.” O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que ele se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto.
“Ouça aqui, seu punkzinho, você devolve a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.
“Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca. Ele socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, ele vomitou o todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.
“Jeff, como você.. ?” Isso foi tudo que ele disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então eles começaram a correr o mais rápido que puderam.

Enquanto eles corriam, eles olharam pra trás, e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando ele tinha aquele sentimento, e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Ele sentiu o sentimento estranho sumindo, e não voltou pelo o resto do dia na escola. Mesmo quando ele caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus, e como agora ele provavelmente não pegaria mais o ônibus,ele sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um ótimo dia”.

Na manhã seguinte, ele ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada.
“Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade.

“Mãe, mas eles que tinha facas e apontaram para Liu e para mim.”

“Filho,” disse um dos policiais, “Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, um com uma contusão no estômago, e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Ele poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro. Eles não poderiam dizer que eles não estavam fugindo, porque verdade seja dita que estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.

“Filho, chame seu irmão.” Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.
“Senhor, fui… fui eu. Eu fui quem bateu nos garotos. Liu tentou me segurar, mas ele não conseguiu me parar.” O policial olhou para seu parceiro, e os dois acenaram com a cabeça.
“Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção juvenil…”
“Espere!” falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu.
“Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões , como se ele estivesse em uma luta.
“Filho, coloque a faca no chão,” disse o policial. Liu afrouxou os dedos, e deixou-a cair no chão. Ele colocou as mãos para cima, e andou até os policiais.

“Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
“Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora.” O policial levou Liu até a viatura.
“Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele.
“Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo.” Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saia velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado.
“Filho, filho o que houve?” Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem.

Depois de uma hora ou mais Jeff voltou para a casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles. Ele não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Ele foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz, ensolarada.

“É hoje, Jeff.” ela disse enquanto ela abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff.
“O que é hoje?” Jeff perguntou ainda meio dormindo.
“Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto.
“Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois…” Houve uma longa pausa.
“Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu. Eu acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir.”

A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. Ele pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Ele viu o pai e a mãe todos bem vestidos; sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. Ele pensou: por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?
“Filho, isso é tudo que você vai vestir?” disse a mãe de Jeff.
“Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar com ele e escondeu-a com um sorriso.
“Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão” disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto.
“Eu não tenho roupas extravagantes!” ele gritou ao subir as escadas.
“Basta pegar alguma coisa.” disse sua mãe. Ele olhou ao redor em seu armário para o que ele chamava de fantasia. Ele encontrou um par de calças pretas, que ele tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta. Ele não conseguia encontrar uma camisa para sair. Ele olha em volta, e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, ele encontra um moletom branco, jogado em uma cadeira e colocou-o.
“Você vai assim?” ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.” Ela disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.

Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram com Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças.
“As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer algumas das crianças?” disse Bárbara.
Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Eles estavam correndo em trajes estranhas de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu.

“Hey. Quer brincar?” , disse.
“Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas.” O garoto olhou para ele com aquela cara estranha de cachorro pidão.
“Por favor?” disse a criança ”Brinque com a gente”.
“Tudo bem”, disse Jeff. Ele colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio ele pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois ele começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que ele havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu.

Assim, ele brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento.
Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente.
“Olá Jeff”, disse. “Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção.” Jeff falou enraivecido.
Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos.
“Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.

Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o.
“Precisa de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue.
“Vamos Jeff, lute comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Lute!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar.
“Vamos Jeff, olhe para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!” Jeff começa a se levantar.

“Ah, finalmente! Levante e lute!” Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!” Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre.
Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto ele corre, Troy e Keith disparam fogo contra ele, errando todos os tiros. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto eles disparam suas últimas balas, Jeff entra dentro do banheiro. Ela pega o toalheiro, e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro, com as facas em punho preparadas.

Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, ele deixou escapar um sorriso sinistro.
“O que há de tão engraçado?” Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?”, disse, “Você está coberto de água sanitária e álcool.” Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro para ele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.

Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo.
“Eu não acho que você pode sair da cama ainda.” ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe.
“Querido, você está bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder embora,pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu.”
Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e se despede.

As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos.
“Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra.
A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.
“O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Seu rosto,era… amedrontador. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.
“Jeff”, disse Liu.”Não é assim tão ruim….”

“Não é tão ruim!?”, disse Jeff, “é perfeito!” Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam.
“Umm… Jeff, você está bem?”
“Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Olhe para mim,esse rosto fica perfeito em mim!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.
“Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho…é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?”
“Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico.”
“Ah,sim. Obrigada doutor. Jeff, querido,é hora de ir.”
Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. “Tudo bem, mamãe.”. Jeff ri descontroladamente. Sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas.
“Isto é o que veio”, disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.


Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.
“Jeff, o que você está fazendo?”, perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. “Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre.” A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. “Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam.
“Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto”. A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. “O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?”
“Sim filho,” ela disse, “Sim, você é. Lindo… Deixe eu ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto.” Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. “Querido, pegue a arma nós…” Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca.
“Mamãe, você mentiu.” Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos.
Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando.
Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff.
“Shhhhhhh”, Jeff disse: “Apenas durma…”

Inveja dos Vivos


Se estiver ouvindo música, desligue. Deixe apenas o barulho do pc ou laptop. Feche a porta do quarto, feche cortina. Depois repare na porta do quarto novamente.

Dizem que entidades aparecem com mais frequência nos cômodos da casa nos momentos que ninguém está observando, como à noite, na sala. Eles se sentem mais à vontade. Por curiosidade, “eles” ficam nos observando dormir, imaginando o que se passa em nossos sonhos, vigiando-nos. Na verdade deve ser bem interessante, imaginem se não seria legal você conseguir não fazer nenhum barulho e poder visitar pessoas que você conhece, ou pessoas que você conheceu anos atrás.

“Eles” estão à nossa volta. Eles podem estar atrás da porta. Às vezes ouvimos barulhos estranhos, mas sabemos que entidades não movem as coisas assim, do nada, facilmente. Mas eles provavelmente estarão atrás da porta, ou na janela, ou em algum cantinho atrás de você. E vão se assustar caso você faça movimentos bruscos, tentarão se esconder a tempo. 

Portanto, não faça movimentos bruscos. Movimente-se de forma a “avisar” a eles. Pois eles gostam de te observar, estão aí te velando enquanto você dorme. E são almas atormentadas, eles desejam o que você tem. Como você sabe, a inveja traz mau-olhado, e nem sempre o grande problema é a inveja dos vivos, e sim daqueles vagantes que estão aí, nos cômodos vazios da sua casa.

Agora lembre-se, você está há muitas horas sem beber água. Vá até a cozinha buscar.

Quadros


Há tempos que eu vinha percebendo algo de estranho em minha casa. Se é que podia se chamar de casa, pois tinha um porte muito grande. Estava mais para uma mansão antiga, bem, mas isso não vem ao caso agora. Era uma casa muito velha mesmo, e como toda casa velha, haviam muitos quadros. Mas não eram quadros comuns, pinturas bonitas de paisagem, artes abstratas, nada desse tipo.
Eram retratos. E todos os quadros continham o mesmo retrato, da mesma pessoa, porém em escalas e posições diferentes.
Você deve estar pensando “retratos, e daí?”
E daí que eles não me deixavam em paz. Retratavam uma mulher com cabelos louros maltratados, roupas que deviam ser brancas, mas no quadro ficavam amareladas pelo tempo. Nestas também haviam inúmeras manchas de sangue, já secas. Sempre sorria. Mas o sorriso dela não é o tipo de sorriso que te faz sorrir junto.
Porém esta não é a parte assustadora. O motivo pelo qual eu não consigo pregar os olhos à noite é que os quadros não permanecem assim. Eles mudam.
Eu os vejo pela primeira vez ao dia. Então vou fazer outra coisa qualquer, e quando volto, a mulher já não mais sorri. Há mais manchas em sua roupa, também em seu rosto e mãos. Nestas, a loura carrega uma faca levemente enferrujada e também suja do líquido vermelho.
Eu saio correndo. Vou para a sala, e ligo minha televisão num telejornal.
Notícia da semana: uma perigosa assassina à solta. O âncora aconselha aos telespectadores que tranquem suas portas, antes de mostrar uma foto da tal mulher na tela. Eu quase caio para trás ao encarar a face pálida, raivosa e tão bem conhecida dos retratos.
Corro pela casa à procura de um deles, e não tardei a encontrar. Parei em frente à ele, a assassina estava lá. Não sorria, nem segurava a faca, parecia… assustada. Recuei. Saí à procura do meu porão, demorando um ou dois minutos para estar diante de sua porta. Abro-a, e sinto um forte cheiro de carne apodrecida e sangue.
Então eu finalmente entendo. 
Aquela casa velha tinha mesmo muitos, muitos espelhos.

Visão Periférica


Alguma vez você já teve o vislumbre de algo pelo o canto do se olho? Um simples movimento pego pela visão periférica do seu olho? A maioria das pessoas simplesmente ignora isso como a sobra tremulante de uma vela, ou talvez um cachorrinho pulando de uma mobília. 99 de 100 vezes essas pessoas estão certas.

Mas então há essa visão indescritível. Seria facilmente explicada pelas condições descritas acima, mas há uma sensação errada e estranha a respeito disso. Um arrepio descendo por sua espinha, uma dor passageira. Talvez um branco completo na sua mente, para voltar apenas momentos depois.

Se algum desses sintomas forem sentidos, há talvez motivos para a preocupação. Nossa visão periférica é feita para captarmos movimentos, mesmo no escuro. Isso foi desenvolvido para nos defendermos de predadores no inicio dos tempos, e como outros muitos aspectos da natureza do ser humano, ela não foi “deletada” de nosso DNA, apenas enfraquecida.

Esse ponto de vista com o canto dos olhos serve para ainda nos alertar do perigo, e mesmo que os predadores tenham caído na lista de perigo hoje em dia, eles ainda existem. Se algum dia você sentir aquele frio estranho nas costas, tente não focar nas sombras que você viu pelo canto do seu olho. Provavelmente é melhor você não ver.

Olá leitores, faz um temp que não posto nada... mas enfim chega de papo, hoje eu vou pegar umas histórias de terror retiradas do meu parceirão top de linha: Lobístico

LSD: Dream Emulator



 
A alguns anos atrás, enquanto eu procurava por jogos paranormais ou assustadores, eu esbarrei com um de origem Japonesa, totalmente obscuro e feito para Playstation chamado “LSD: Dream Emulator”. Apesar de ter sido lançado em um número limitados de cópias, vários sites disponibilizavam para download. Obviamente, eu o baixei, converti, e comecei a jogar.
Infelizmente o ISO estava corrompido - ou tinha sido ripado errado - pois eu não conseguia nada além da tela de título e, quando consegui algo mais eu via uma mistura bagunçada de cores e um som estranho, como estática de rádio. Eu tentei re-baixar o ISO várias vezes,tentando de sites diferentes, mas toda a vez acontecia a mesma coisa. Cores estranhas, e barulho confuso de estática. Tentei colocar varias perguntas em sites de jogos, mas raramente alguém já havia ouvido falar no jogo, e quase ninguém tinha jogado. Descobri então que o jogo tinha um grupo de seguidores, aqui e no Japão, e depois de muito procurar achei um grupo de fãs no Yahoo dedicado ao jogo.    
           
Eu postei uma pergunta, querendo saber se alguém tinha dado um jeito de fazer o jogo funcionar em emuladores. Então alguns dias depois eu recebi uma resposta.
“Olá. eu fui membro de um dos grupos que lançou o LSD ripado. Nós conseguimos ripar com sucesso, mas nunca conseguimos fazer com que ele funcionasse em emuladores, apenas no hardware original. 
A partir desse ponto, eu tinha praticamente desistido. Eu não tinha um console de Playstation, e minha fixação por algo era curta, e eu já tinha começado a me concentrar em outras coisas, como Eversion e Yume Nikki.
Então, no começo desse ano, o LSD foi lançado na Network Japonesa do Playstation. Eu então lembrei o quanto eu tinha tentado jogar, até mesmo procurado no eBay algumas vezes, na vaga esperança de achar uma cópia barata.
Então, fiz uma conta, um cartão JPN PSN, e comprei o jogo. Depois de baixar e instalar, eu comecei a jogá-lo. O logo da Playstation apareceu normalmente, mas com o SCEI junto, sendo que era um jogo Japonês. Não havia tela de copyright, mas eles haviam retirado de vários outros jogos também.
O vídeo da intro começou a rodar depois disso. Várias palavras diferentes e coloridas pularam pela tela, formando “Linking the Sapient Dream” (N.T: Ligando o Sonho Sapiente, em tradução livre.) várias vezes (aparentemente isso era o que significava LSD).
Eu apertei o botão de circulo, e o jogo foi para a tela de título. Não havia nenhuma tela de “Press Start”, ia direto para uma com 4 opções. Start, Salvar, Carregar, e Opções. Em baixo do Start havia uma linha com texto, dizendo que dia você esteve lá. Aparecia então “a DIA 01”
Apertei Start.
Uma coisa que eu tinha aprendido com aquele grupo do Yahoo, é que o primeiro dia começava em uma casa japonesa, com três andares. O conteúdo da casa era aleatório. O jogo inteiro era jogado em visão de primeira-pessoa. 
Eu andei pelo corredor onde comecei, e fui até uma estante de livros, quando a tela começou a ficar branca. A coisa estranha sobre esse jogo é que você pode interagir com qualquer coisa. Andar até qualquer objeto manda você para um novo lugar, o que o jogo chama de “Conectar”.
O branco foi sumindo e eu estava em um campo. Eu não conseguia ver em uma distancia muito grande, pois a maior parte da área estava com uma grossa neblina. Os gráficos eram bem básicos, quase não tendo textura neles. Andei em frente, eventualmente batendo em uma árvore, o que me mandou para outro lugar.
Agora, as coisas tinham ficado mais sinistras. Eu estava em uma cidade escura, em cima de um píer de metal. Um barco apareceu entre a neblina na água, e postes de luz iluminavam as ruas. Eu andei pela estrada e me deparei com várias ruas. Graffiti cobria algumas paredes, estranhos multicoloridos olhando para mim. Então eu ouvi um barulho e a tela piscou rapidamente. Eu virei pra trás.
Atrás de mim, havia um homem. Ele estava usando um chapéu cinza e um casaco longo. Ele veio andando lentamente até mim, quase como se deslizasse no chão.
Eu tentei andar para trás, para desviar, mas meu controle não estava respondendo. E ele estava chegando cada vez mais perto.
Por um milésimo de segundo, dois pontos vermelhos apareceram por baixo de seu chapéu, então a tela piscou de novo.
Dessa vez eu estava de volta na casa.
Entretanto,algo havia mudado.
As textura das paredes não eram mais as mesmas, haviam sido trocadas por imagens de violência real. Mulheres sendo estupradas, crianças dilaceradas, Canibalismo, um japonês esmagando os próprios dedos com um martelo.
Enquanto eu me movia para dentro da casa, as imagens ficavam pior, e a musica ficou distorcida e diminuindo lentamente. O corredor era mais longo do que antes, e estava escurecendo.
Eu sabia o que estava no fim do corredor.
Era Ele.
Eu segui em frente, o ácido estomacal na minha garganta lutando contra a ânsia de vomito, assim que as fotos subiam a níveis extremos de obscenidade e violência. Alguns passos a frente, um homem removendo as pernas de um menininho. Um pouco mais, uma mulher grávida arrancando e cortando seu próprio feto. Um pouco mais ainda, um grupo de homens cortava uma vaca em pedaços, envolvendo os órgãos internos em seus corpos. Perto do fim, pessoas sendo forçadas a comer pedaços de um cadáver infantil, vomitando enquanto comiam.
Finalmente, eu cheguei no final do corredor.
A tela escureceu e uma linha de texto apareceu. 
 
Eu escrevi o link rapidamente e uns segundos depois, a tela clareou até retornar aparecer o título.
Nesse momento o status marcava  ”D dIa 00”
Eu tentei escolher o Start de novo, mas o jogo não me deixava continuar. Eu reiniciei meu PS3, e o status voltou para “a DIA 01”.
Antes de jogar novamente, eu tentei o link. Ainda funcionava, e a pagina apareceu, escrita toda em Japonês. Mais abaixo na página, havia uma imagem do homem Cinza, como ele havia aparecido. Eu não sei ler japonês, mas um dos meus amigos sabia. Ele viveu no Japão por alguns anos, então ele podia ler e falar a língua fluentemente. Eu copiei os escritos e chamei ele para minha casa.
Depois que ele apareceu, eu passei a hora seguinte explicando para ele o que tinha acontecido. Obviamente, ele não acreditou em mim. Quem iria? Mas ele concordou em dar uma olhada no escritos da página.
Depois de varias tentativas, eu não consegui fazer com que a página aparecesse de novo, então dei para ele a cópia que eu tinha feito. 
Ele olhou por alguns minutos a cópia e então ficou pálido. Ele devolveu para mim e sentou no sofá.
Ele não falou nada nos 5 minutos seguintes, então ele me disse o que dizia.
“Se você está lendo isso, muito bem.
Você viu o homem como ele é.
O que ele fez comigo enquanto eu dormia, enquanto eu
sonhava o seu pesadelo obscuro, Você também
os viu. Aquelas imagens violentas
dele. Ele não tem forma, apenas o
homem dos sonhos. Ele causou tudo isso, estes
inocentes, e possessivos. Ele os fez fazer
isso. Ele me fez fazer aquele jogo.
CINZACINZACINZACINZACINZACINZA”
 
Assim que meu amigo terminou, ele se levantou, pegou seu casaco, e disse “Seja lá o que você viu nesse jogo, não me conte nada.” Então saiu.
Na semana seguinte ele voltou para o Japão. Eu não consegui jogar aquele jogo novamente, pois estava um pouco apavorado. Algumas semanas depois de meu amigo ir para o Japão eu recebi uma ligação: Ele tinha matado um homem, e então cometeu suicídio.
O homem que ele havia matado era Osamu Sato, que era o designer principal do LSD.
(E sim, esse jogo REALMENTE existe)

sexta-feira, 2 de março de 2012

Exorcismo de Supernatural

 

 

Exorcismo de Supernatural

Trata-se de um ritual romano, publicado originalmente no século XVII pelo Papa Paulo V. Se conservou quase intacto depois de duas revisões que lhe foram atribuídas em 1952. O Ritual Romano é o único exorcismo formal permitido pela Igreja Católica Romana.
Então vamos tirar os demonios do meu blog   X3
Supernatural01
“Regna terrae, cantate deo, psallite dominio…
Tribuite virtutem deo.
Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incuriso infernalis adversarii, omnis legio, omnis congredatio et secta diabolica…
Ergo…
Perditionis venenum propinare. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciae. Hostis humanae salutis. Humiliare sub potenti manu dei. Contremisce et effuge. Invocato a nobis sancto et terribile nomine. Quem inferi tremunt…
Ab insidis diaboli, libera nos, domine. Ut ecclesiam tuam secura tibi facias, libertate servire, te rogamus, audi nos. Ut inimicos sanctae ecclesiae humiliare digneris, to rogamus audi…
Dominicos sanctae ecclesiae, terogamus audi nos, terribilis deus do sanctuario suo deus israhel. Lpse tribuite virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus deus, gloria patri…”

Pentagrama

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Aí galera nesse post vcs podem comentar fatos paranormais que aconteceram com vcs

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Era moderna

Apesar da descrença geral em entidades vampíricas, têm sido registados avistamentos ocasionais de vampiros. De facto, ainda existem associações dedicadas à caça ao vampiro, embora tenham sido formadas largamente por motivos sociais.
No início de 1970, a imprensa local propagou rumores sobre um vampiro que assombrava o cemitério londrino de Highgate. Caçadores de vampiros amadores afluíram em largos números ao cemitério, e foram escritos muitos livros sobre o caso, notavelmente por Sean Manchester, um habitante local que esteve entre os primeiros a sugerir a existência do "Vampiro de Highgate", e que mais tarde afirmou ter exorcizado e destruído todo um ninho de vampiros naquela área. Em Janeiro de 2005 circularam rumores sobre um atacante que teria mordido uma série de pessoas em Birminghan, na Inglaterra, alimentando receios sobre um vampiro a vaguear pelas ruas. No entanto, a polícia local afirmou que tais crimes nunca foram reportados, e que o caso parece não ser mais que uma lenda urbana.
No Outono de 1977 foi registado em Belém do Pará, no Brasil, o que foi descrito como uma estranha praga de vampirismo, envolvendo um "vampiro luminoso" que teria ocasionado a morte de algumas pessoas por perda de sangue, e ferimentos em várias outras.
Um dos mais notáveis casos de entidades vampíricas da era moderna, o chupacabra de Porto Rico e do México, é descrito como sendo uma criatura que se alimenta da carne e bebe o sangue de animais domésticos, levando a que alguns o considerem um tipo de vampiro. A "histeria do chupacabra" tem sido frequentemente associada a profundas crises económicas e políticas, em particular em meados dos anos 1990.
Em Moçambique, na região de Quelimane, alegados incidentes de vampirismo têm levado a que parte da população saia das suas casas e passe a noite em edifícios públicos por medo dos "chupadores de sangue". Em 1996 a Rádio Moçambique noticiou o estranho caso de um cadáver que levantou-se do túmulo e percorreu as ruas de Nampula, após o que se encontraram vários cadáveres sangrados de pessoas e animais.
Alegações de ataques de vampiros varreram o país africano do Malawi em finais de 2002 e inícios de 2003, com multidões apedrejando um indivíduo até à morte e atacando pelo menos outros quatro, incluindo o Governador Eric Cwiywaya, baseados na crença que o governo estva em conluio com vampiros.
Venda de recordações do Drácula em Sighisoara, na Trânsilvânia
Na Europa, onde muito do folclore vampírico teve origem, o vampiro é considerado como um ser fictício, embora muitas comunidades tenham acolhido e acarinhado a criatura por motivos económicos. Em alguns casos, especialmente em pequenas localidades, a superstições sobre vampiros ainda estão bem enraizadas, e avistamentos e relatos sobre ataques de vampiros ocorrem frequentemente. Na Romênia, em Fevereiro de 2004, muitos parentes de Toma Petre recearam que este se tivesse tornado num vampiro, e desenterraram o seu corpo, extraíram o coração, queimaram-no e misturaram as cinzas com água para que as pudessem beber.
Em 2006, um professor de física da Universidade da Flórida Central escreveu um artigo argumentando a impossibilidade matemática da existência de vampiros, baseado na progressão geométrica. De acordo com o artigo, se o primeiro vampiro tivesse aparecido a 1 de Janeiro de 1600, e se tivesse alimentado uma vez por mês (que é menos que o que é representado no cinema e no folclore), e se todas as vítimas se tornassem vampiros, em cerca de dois anos e meio toda a população humana existente à época ter-se-ia tornado vampira. O artigo não faz qualquer tentativa de resolver a questão da credibilidade do pressuposto que toda a vítima de um vampiro se transforma noutro vampiro.
O vampirismo e o estilo de vida vampírico representam também uma parte relevante dos movimentos ocultistas actuais. O mito do vampiro, as suas qualidades mágicas e sedutoras, e o arquétipo de predador, expressam um forte simbolismo que pode ser usado em técnicas que envolvam uso de ritual e de energia, e em magica, podendo mesmo ser adoptada como sistema espiritual. vampiro há séculos que faz parte da sociedade ocultista europeia, e também se difundiu na subcultura americana há já mais de uma década, com forte influência e mistura das estéticas neogóticas.

Nome colectivo

'Coven' ('Conciliábulo') tem sido usado como nome coletivo para vampiros, possivelmente devido ao uso do mesmo tempo na subcultura Wicca. Um nome colectivo alternativo é 'casa' de vampiros. David Malki, autor de Wondermark, sugere em Wondermark #566 o uso do nome colectivo 'cave' , como em "uma cave de vampiros."

Origens das crenças vampíricas

Le Vampire, litografia de R.de Moraine em Féval (1851-1852).

Têm sido sugeridas muitas teorias sobre as origens das crenças em vampiros, tentando explicar a superstição - e por vezes histeria coletiva- causada por vampiros. As hipóteses explicativas variam desde enterramentos prematuros até à ignorância inicial sobre o ciclo de decomposição após a morte.

Espiritualismo eslavo

Embora muitas culturas possuam superstições sobre mortos-vivos comparáveis ao vampiro da Europa de Leste, o vampiro da mitologia eslava é o que tem prevalecido no conceito de vampiro da cultura popular. As raízes das crenças vampíricas presentes na cultura eslava baseiam-se em grande medida nas crenças e práticas espirituais dos povos eslavos existentes antes da sua cristianização, e no seu entendimento da vida após a morte. Apesar da falta de registos protoeslavos pré-cristianismo que descrevam os detalhes da "Antiga Religião", muitas crenças espirituais e rituais pagãos foram mantidos pelos povos eslvos mesmo após a cristianização das suas terras. exemplos dessas crenças incluem o culto dos mortos, espíritos domésticos, e crenças sobre a alma após a morte. As origens das crenças vampíricas nas regiões eslavas podem ser traçadas até à complexa estrutura da espiritualidade eslava.
Os demónios e espíritos serviam funções importantes nas sociedades eslavas preindu, e eram considerados como sendo muito intervenientes nas vidas e domínios dos humanos. Alguns espíritos erm benevolentes e podiam ajudar nas tarefas humanas, outros eram daninhos e muitas vezes destrutivos. Domovoi, Rusalka, Vila, Kikimora, Poludnitsa, e Vodyanoy são exemplos dessas entidades. Estes espíritos eram considerados como tendo derivado de antepassados ou determinados humanos já falecidos, e podiam aparecer segundo a sua vontade sob várias formas, incluindo de diferentes animais ou sob a forma humana. Alguns destes espíritos podiam ainda participar em actividades malévolas, por forma a prejudicar os humanos, tais como afogando-os, impedindo as colheitas, ou sugando o sangue do gado e por vezes até dos próprios humanos. Desse modo, os eslavos eram obrigados a apaziguar esses espíritos, por forma a prevenir que usassem o seu potencial para comportamentos erráticos e destrutivos.[113]
As crenças eslavas comuns denotam uma forte distinção entre alma e corpo. A alma não é considerada como perecível. Os eslavos acreditavam que após a morte, a alma viajaria para fora do corpo, e vaguearia pelas vizinhanças e pelo antigo local de trabalho do defunto durante quarenta dias antes da passagem final para a vida eterna.[113] Por este motivo era considerado necessário deixar aberta uma janela ou porta da casa, de modo a que a alma pudesse entrar e sair a seu bel-prazer. Durante este tempo acreditava-se que a alma tinha a capacidade de reentrar no corpo do defunto. Tal como os espíritos atrás mencionados, a alma passageira tanto podia abençoar como causar destroço entre a sua família e vizinhos durante os quarenta dias que duravam a passagem. Após a morte do indivíduo, era feito um esforço considerável na correcta execução dos ritos fúnebres por forma a assegurar a pureza e pacificação da alma durante a sua separação do corpo. A morte de uma criança não baptizada, uma morte violenta ou apressada, ou a morte de um grande pecador (como um feiticeiro ou pecador), tudo isso eram motivos para causar impureza à alma após a morte. A alma podia ainda tornar-se impura se ao seu corpo não fosse dado um enterramento apropriado. Alternativamente, um corpo sem um funeral apropriado poderia tornar-se susceptível à possessão por parte de outras almas e espíritos impuros. Os eslavos temiam estas almas impuras devido ao seu potencial para exercer vinganças.[114]
Destas crenças profundamente arreigadas sobre a morte e alma deriva a invenção do conceito eslavo do vampir. O vampiro era a manifestação de um espírito impuro em possessão de um corpo em decomposição. esta criatura morta-viva era considerada como vingativa e ciumenta em relação aos vivos, e sedenta do sangue dos vivos, essencial para suportar a sua existência corporal.[115] Embora este conceito de vampiro exista em formas algo diversas pelos países eslavos e alguns dos seus vizinhos não eslavos, é possível traçar o desenvolvimento da crença em vampiros ao espiritualismo eslavo que antecedeu a cristianização das regiões eslavas.

Patologia

Decomposição

Paul Barber no seu livro Vampires, Burial and Death argumentou que a crença em vampiros resultava da tentativa por parte dassociedades pré-industriais em explicar o processo de decomposição que, embora sendo algo natural, era para eles inexplicável.[116]
Por vezes o povo suspeitava de vampirismo quando um cadáver não se parecia com a ideia que tinham do aspecto que deveria ter um corpo desenterrado. No entanto, as taxas de decomposição variam de acordo com a temperatura e composição do solo, e muitos dos sinais de decomposição são pouco conhecidos. Isto levou caçadores de vampiros a concluir erradamente que um corpo não havia sofrido qualquer decomposição ou, ironicamente, a interpretar sinais de decomposição como sinais de vida após a morte.[117] Os cadáveres incham à medida que os gases resultantes da decomposição de acumulam no torso, e o aumento de pressão força o sangue a derramar-se pela boca e nariz. Isto faz com que o corpo pareça "roliço", "bem alimentado", e "rosado" — alterações que são ainda mais evidentes caso o defunto fosse magro ou pálido em vida. No caso de Arnold Paole, o corpo exumado de uma mulher idosa foi julgado pelos seus vizinhos como mais roliço e saudável que o que ela alguma vez fora em vida.[118] O sangue perpassando do corpo dava a impressão do corpo ter estado envolvido recentemente em actividade vampírica.[42] O escurecimento da pele era, do mesmo modo, resultado da decomposição.[119] O estacamento de um corpo inchado e em decomposição causaria o sangramento do corpo, e forçaria o escape dos gases acumulados, o qual poderia causar um som semelhante a um gemido à medida que os gases se moviam através das cordas vocais, ou um som semelhante à flatulência quando passassem pelo ânus. Os registos oficiais do caso de Pedro Plogojowitz referem "outros sons selvagens que não mencionarei por certos respeitos".[120]
Após a morte a pele e gengivas perdem fluídos e contraem-se, expondo as raízes do cabelo, as unhas, dentes, e mesmo dentes que até então estavam ocultos na mandíbula. Isto pode produzir a ilusão do cabelo, unhas e dentes terem crescido após a morte. Num certo ponto, as unhas caem e a pele escama, tal como registado no caso Plogojowitz — a derme e as partes inferiores das unhas emergindo foram interpretadas como "nova pele" e "novas unhas".[120]

Enterramento prematuro

Foi também sugerido que as lendas sobre vampiros possam ter sido influenciadas por indivíduos que foram enterrados vivos devido às deficiências do conhecimento médico da época. Em alguns casos em que foram reportados sons que emanavam de um caixão em particular, este foi mais tarde desenterrado e foram descobertas marcas de unhas no interior, causadas pela vítima tentando escapar. Noutros casos a pessoa bateria com a cabeça, nariz ou face contra o caixão, e os ferimentos causados dariam a impressão de que teria estado a se "alimentar."[121] um problema desta teoria é a questão de como alguém supostamente enterrado vivo conseguia manter-se vivo por um período de tempo alargado sem comida, água e ar fresco. Uma explicação alternativa para os ruídos é o barulho causado pelos gases ao escaparem durante a decomposição natural dos corpos.[122] Outra causa provável de serem encontradas campas em desordem são osladrões de túmulos.[123]

Contágio

O vampirismo da tradição popular tem sido associado a grupos de mortes causadas por doenças misteriosas ou não identificadas, habitualmente dentro da mesma família, ou pequena comunidade.[86] A referência epidémica é óbvia em casos clássicos como o de Pedro Plogojowitz e Arnold Paole, e mais ainda no caso de Mercy Brown e de modo geral nas crenças vampíricas da Nova Inglaterra, onde uma doença em particular, a tuberculose, estava associada aos surtos de vampirismo. Tal como na forma pneumónica da peste bubónica, esta doença estava associada ao rompimento do tecido pulmonar, causando o aparecimento de sangue nos lábios.[124]

Porfiria

Em 1985 o bioquímico David Dolphin propôs uma ligação entre um raro distúrbio sanguíneo conhecido como porfiria e o folclore vampírico. Reparando que essa condição é tratada com hemo intravenoso, Dolphin sugeriu que o consumo de grandes quantidades de sangue poderia resultar de alguma maneira no transporte do hemo através da parede do estômago e para a corrente sanguínea. Desta maneira, os vampiros eram meros indivíduos sofredores de porfiria que procuravam substituir o hemo e aliviar os sintomas[125] Esta teoria tem sido desmontada pelo meio médico, uma vez que as sugestões sobre os afectados por porfiria desejarem a ingestão do hemo no sangue humano, ou que o consumo de sangue possa atenuar os sintomas da doença, são baseados numa compreensão errada da doença. Adicionalmente, constatou-se que Dolphin confundira os vampiros fictícios (sugadores de sangue) com os do folclore, muitos dos quais não eram conhecidos por beberem sangue.[126] Do mesmo modo, foi estabelecido um paralelo com a sensibilidade à luz do Sol por parte dos afectados por porfiria, quando esta condição está associada aos vampiros fictícios, e não aos da tradição popular. Em todo o caso, Dolphin não chegou a dar mais divulgação aos seus trabalhos.[127] Embora tenha sido posto de parte pelos peritos, a ligação entre vampirismo e porfiria conseguiu a atenção dos média.[128] e entrou ela própria no folclore da moderna cultura pop.[129]

Raiva

A raiva tem sido associada ao folclore vampírico. O Dr Juan Gómez-Alonso, neurologista no Hospital Xeral emVigo, Espanha, examinou esta possibilidade num relatório publicado no periódico Neurology A susceptibilidade a alho e à luz pode resultar da hipersensibilidade, um dos sintomas da raiva. A doença pode também afectar partes do cérebro, causando um distúrbio nos padrões normais do sono (e assim um comportamento nocturno) e hipersexualidade. Lendas antigas diziam que um homem não tinha raiva se conseguisse olhar para o seu próprio reflexo - uma alusão à lenda sobre vampiros não terem reflexo. Lobos e morcegos, que são muitas vezes associados a vampiros, podem ser portadores de raiva. A doença pode também levar a um desejo de morder os outros e a espumar sangue da boca.[130][131]

Perspectiva psicodinâmica

Vampir, quadro de 1899 de Ernst Stöhr, ilustrando a relação entre sexualidade as tradições vampíricas
Em 1931, no seu tratado On the Nightmare, o psicanalista galês Ernest Jones constatou que os vampiros funcionavam como símbolos de muitos desejos inconscientes e mecanismos de defesa. Emoções tais como amor, culpa, e ódio alimentaram a ideia de um retorno dos mortos dos seus túmulos. Por desejarem um reencontro com os entes queridos, os enlutados poderiam projectar a ideia que o recém falecido deveria também desejar o mesmo, resultando na crença sobre os vampiros da tradição popular e almas do outro mundo visitarem em primeiro lugar os seus familiares, e em particular os cônjuges.[132] Em casos onde havia um sentimento de culpa inconsciente associado à relação, no entanto, o desejo pelo reencontro poderia ter sido subvertido pela ansiedade. Isto poderia levar à repressão, a qual Sigmund Freud ligou ao desenvolvimento de terror mórbido.[133] Jones conjecturou que neste caso o desejo original por um reencontro (de natureza sexual) poderia ser dramaticamente alterado: O desejo era substituído pelo medo; o amor pelo sadismo; e o objecto ou ente amado substituído por uma entidade desconhecida. O aspecto sexual poderá ou não estar presente.[134] Alguns críticos modernos têm proposto uma teoria semelhante: As pessoas identificam-se com os vampiros imortais porque, ao fazê-lo, ultrapassam - ou ao menos escapam temporariamente - o medo da morte.[135]
A sexualidade inata do acto de sugar o sangue pode ser vista na sua relação intrínseca com o canibalismo, e a ligação da tradição popular com comportamentos semelhntes aos de Incubus. Muitas lendas relatam vários seres que extraem outros fluídos das vítimas, denotando uma clara associação inconsciente com o sémen. Finalmente, Jones constata que quando aspectos mais normais da sexualidade são reprimidos, formas regressivas podem se expressar, em particular o sadismo; Jones supôs osadismo oral como parte integral do comportamento vampírico.[136]

Interpretação política

Gravura política de 1882 representando os proprietários de São Francisco como vampiros
A reinvenção do mito do vampiro na era moderna não ocorreu sem uma certa dimensão política.[137] O aristocrático Conde Drácula, sozinho no seu castelo com alguns poucos serviçais dementes, surgindo apenas durante a noite para alimentar-se dos seus súbditos camponeses, é simbólico da natureza parasitária do Ancien régime. Werner Herzog, na sua obra Nosferatu the Vampyre, fornece a esta interpretação política uma faceta irónica adicional quando o protagonista Jonathon Harker, um solicitador da classe média, torna-se o vampiro seguinte; desta maneira o burguês capitalista tornava-se na próxima classe de parasitas.[138]
Em Portugal o termo vampiro é usado com conotação política desde pelo menos 1823, quando o Abade de Medrões dele se socorre para atacar os inimigos da Constituição: "esses vampiros desatinados, que pertendem restabelecer о antigo absolutismo, e tolher os nossos legítimos direitos."[139] Durante todo o século XIX o termo foi amplamente usado neste contexto em textos políticos da época, descrevendo desde a influência castelhana em Portugal até a situação da Índia Portuguesa como sorvedouro da fazenda pública. Em 1963 o cantor e compositor de intervenção português Zeca Afonso, no tema "Os Vampiros", usou a mesma acepção de vampiro ao clamar contra a opressão do capitalismo, sendo a canção consequentemente banida pela censura.[140]

Psicopatologia

Alguns criminosos têm efectuado aparentes rituais vampíricos sobre as suas vítimas. Os assassinos em série Peter Kürten eRichard Trenton Chase foram ambos apelidados de "vampiros" pela imprensa de tabloide após ter sido descoberto que bebiam o sangue das pessoas que assassinavam. Do mesmo modo, em 1932, um caso de crime não resolvido em Estocolmo, Suécia, foi alcunhado de "Crime vampírico", devido Às circunstâncias em que a vítima morreu.[141] Elizabeth Báthory, condessa húngara e assassina em série dos finais do século XVI, tornou-se particularmente famosa em obras de séculos posteriores, que a representavam banhando-se no sangue das suas vítimas por forma a conseguir reter a beleza ou juventude.[142]

Subculturas vampíricas modernas

O estilo de vida vampírico é um termo usado para definir uma subcultura contemporânea, largamente inserida na subcultura Gótica, na qual se consome o sangue dos outros como passatempo; inspirada pela fértil história recente da cultura popular relacionada ao simbolismo dos cultos, aos filmes de terror, às obras de ficção de Anne Rice, e aos estilos da Inglaterra vitoriana.[143] Manifestações activas de vampirismo real dentro das subculturas vampíricas incluem tanto vampirismo relacionado com sangue, geralmente referido como vampirismo sanguíneo, e vampirismo psíquico, ou o suposto acto de se alimentar de energia pranica.[144]

Morcegos-vampiros

Desmodus rotundus, o morcego-vampiro comum
Embora muitas culturas tenham lendas sobre os morcegos-vampiros, apenas recentemente estes se tornaram parte integrante das tradições populares sobre vampiros, quando foram descobertos na América do Sul continental no século XVI.[145] Embora não existam morcegos vampiros na Europa, os morcegos nocturnos e corujas há muito que são associados com presságios e o sobrenatural, embora isso se deva fundamentalmente aos seus hábitos nocturnos,[145][146] e na tradição heráldica inglesa moderna o morcego significa "estar ciente dos poderes das trevas e do caos".[147]
Todas as três espécies de verdadeiros morcegos-vampiros são endémicas da América Latina, e não há nenhuma evidência que sugira que alguma vez tenham tido parentes no Velho Mundo tanto quanto a memória humana conseguiu registar. Por este motivo é impossível que que o vampiro da tradição popular represente uma versão distorcida ou memória longínqua do morcego-vampiro. Estes morcegos foram nomeados deste modo devido ao vampiro folclórico, e não o inverso; o Oxford English Dictionary regista a sua presença na tradição popular em Inglaterra a partir de 1734, muito antes da presença zoológica, que apenas ocorreu em 1774. Embora a dentada do morcego-vampiro não seja geralmente perigosa para o ser humano, estes morcegos têm sido conhecidos por se alimentarem activamente de sangue humano, e presas de grande porte como gado, deixando muitas vezes a sua imagem de marca na pele da vítima, a marca de dentada de dois dentes afiados.[145]
Um artigo sobre vampiros datado de 1842 e publicado no semanário português Archivo Popular estabelece um paralelo entre o vampiro da tradição eslava e as lendas sobre ataques de morcegos-vampiros na América meridional - que seriam em grande quantidade, chegando a ser fatais - divulgadas por Pedro Mártir, La Condamine e outros, considerando ambas invenções fantasiosas e dignas de pouco crédito.[148]
O Drácula da literatura transforma-se em morcego muitas vezes no romance, e os próprios morcegos-vampiros são aí mencionados por duas vezes. A produção teatral de 1927 Dracula seguiu os passos do romance ao representar a transformação de Drácula em morcego, assim como o filme do mesmo nome, onde Béla Lugosi também se transforma em morcego.[145] A cena da transformação em morcego seria novamente usada por Lon Chaney Jr. no filme de 1943 Son of Dracula.[149]

Na ficção moderna

O vampiro tem hoje lugar cativo na ficção popular. Esta ficção teve início na poesia do século XVIII, continuando depois nos contos do século XIX o primeiro e mais influente dos quais foi The Vampyre (1819), de John Polidori, apresentando o vampiro Lord Ruthven. As façanhas de Lord Ruthven foram continuadas numa série de peças de teatro sobre vampiros, nas quais era oanti-herói. O tema do vampiro continuou uma série de publicações literárias de terror conhecidas por penny dreadful, como Varney the Vampire (1847), culminando com o romance de vampiros mais proeminente de sempre: Drácula de Bram Stoker, publicado em 1897.[150] Na ficção moderna, o vampiro tende a ser representado como um vilão delicado e carismático.[31]Ao longo do tempo, alguns atributos hoje vistos como parte integrante do vampiro, foram sendo incorporados no seu perfil: os dentes pontiagudos e a vulnerabilidade à luz solar surgiram durante o século XIX, com Varney o Vampiro e o Conde Drácula apresentando ambos dentes proeminentes,[151] e Nosferatu (1922), de Murnau, temendo a luz do dia.[152] A capa surgiu em produções teatrais dos anos 1920, acrescentada de uma gola alta pelo dramaturgo Hamilton Deane por forma a ajudar Drácula a 'desaparecer' em cena.[153] Lord Ruthven e Varney eram capazes de curar-se usando o luar, embora não exista qualquer menção a essa característica nas tradições populares sobre vampiros.[154] A imortalidade, implícita embora não explicitamente documentada no folclore vampírico, é uma característica com forte presença no cinema e literatura sobre vampiros, com constantes alusões ao preço da vida eterna, nomeadamente a necessidade incessante pelo sangue daqueles de quem já foi um igual.[155]
Frontispício de Varney the Vampire, 1847

Literatura

O vampiro ou morto-vivo fez a sua primeira aparição no campo da literatura em poemas como The Vampire (1748) de Heinrich August Ossenfelder, e Lenore (1773) de Gottfried August Bürger, Die Braut von Corinth (A Noiva de Corinto (1797) de Johann Wolfgang von Goethe, no inacabado poema de Samuel Taylor Coleridge, Christabel e emThe Giaour (1813) de Lord Byron.[156] Byron foi ainda creditado como responsável pela primeira peça de ficção em prosa sobre vampiros, The Vampyre (1819), embora esta tenha sido escrita na realidade pelo médico pessoal de Byron, John Polidori, que adaptou um uma história enigmática e fragmentária que lhe foi contada pelo seu ilustre paciente.[29][150] A própria personalidade dominante de Byron, temperada pela sua amante Lady Caroline Lamb no pouco elogioso roman-a-clef, Glenarvon (um fantasia gótica baseada na vida desregrada de Byron), foi usada como modelo para o morto-vivo protagonista do romance de Polidori, Lord Ruthven. The Vampyre foi um grande sucesso, e a obra sobre vampiros mais influente do início do século XIX.[9]
Varney the Vampire de James Malcolm Rymer (também atribuído a Thomas Preskett Prest) constituiu-se como um marco na literatura gótica de terror de meados da era vitoriana, surgindo inicialmente entre 1845 e 1847 numa série de panfletos geralmente referidos como penny dreadfuls, devido ao baixo preço e ao conteúdo tipicamente macabro, sendo publicado como livro em 1847. Varney the Vampire segue um claro estilo de suspense, usando uma intensa imagística para descrever as horrendas façanhas de Varney.[154] A história de lesbianismo vampírico de Sheridan Le Fanu, Carmilla (1871), foi outra importante contribuição para o género. Tal como Varney antes dela, a vampira Carmilla é retratada de um modo algo compreensivo quando a compulsão inerente à sua condição é abordada.[157]
Nenhuma tentativa de representação de vampiros na ficção popular foi tão influente ou tão definitiva como o romance Dráculade Bram Stoker (1897).[158] O retrato que faz do vampirismo enquanto doença de possessão demoníaca contagiosa, com os seus matizes de sexo, sangue e morte, sensibilizou a Europa vitoriana onde a tuberculose e a sífilis eram comuns. As características vampíricas descritas na obra de Stoker fundiram-se a tradição popular e dominaram-na, acabando por evoluir para o vampiro da ficção moderna. Inspirado em trabalhos anteriores como The Vampyre e "Carmilla", Stoker começou a pesquisa para o seu novo livro em finais do século XIX, lendo obras como The Land Beyond the Forest (1888) de Emily Gerard e outros livros sobre a Transilvânia e vampiros. Em Londres um colega referiu-lhe a história de Vlad Ţepeş, o "Drácula da vida real", e Stoker imediatamente incorporou essa história no seu livro. O primeiro capítulo do livro foi omitido quando este foi publicado em 1897, editado em 1914 como Dracula's Guest.[159]
Um dos primeiros romances "científicos" sobre vampiros foi I Am Legend (1954), de Richard Matheson, usado depois como base para os filmes The Last Man on Earth em 1964, The Omega Man em 1971, e Eu Sou a Lenda em 2007.[carece de fontes]
O século XXI trouxe mais exemplos de ficção vampírica, como a série Black Dagger Brotherhood, de J.R. Ward, e outros livros de vampiros de grande popularidade e apelando ao público adolescente e jovem adulto. Estes romances paranormais versando sobre vampiros e os géneros associados de chick-lit vampírico e detective do oculto são actualmente um notável fenómeno de popularidade e em constante expansão, com novas obras sobre o tema sendo publicadas a todo o momento.[160] The Vampire Huntress Legend Series de Leslie Esdaile Banks, a série erótica Anita Blake: Vampire Hunter de Laurell K. Hamilton, e a série The Hollows de Kim Harrison, retratam o vampiro numa série de novas perspectivas, algumas delas sem qualquer relação com as lendas originais.
O final do século XX assistiu a um recrudescimento nos épicos de vários volumes sobre vampiros. O primeiro destes foi a série Barnabas Collins (1966-71), da romancista gótica Marilyn Ross, vagamente baseado na série de televisão americana contemporânea Dark Shadows. Esta obra definiu ainda a tendência para representar os vampiros como heróis trágicos poéticos, ao invés das representações mais tradicionais de símbolos do mal. Esta fórmula foi seguida pela romancista Anne Rice na série de grande sucesso e influência Vampire Chronicles (1976-2003).[161] Os vampiros da série Twilight (2005-2008), de Stephenie Meyer, não são afectados por alho ou crucifixos, nem pela luz solar.[162] Richelle Meaddesvia-se ainda mais do vampiro tradicional na série Vampire Academy (2007-presente), baseando os romances em lendas romenas com duas raças de vampiros, uma boa e outra má, assim como semi-vampiros.[163]
No Brasil o vampiro marcou presença nos anos 1970 na literatura de banda desenhada com o personagem Zé Vampir de Mauricio de Sousa. Mais recentemente, em 2000, o escritor brasileiro André Vianco produziu uma série de histórias de vampiros de sucesso, como Os Sete, Sétimo e O Vampiro Rei.

Cinema e televisão

Bela Lugosi como Drácula na versão de 1931
Considerada uma das figuras proeminentes do cinema clássico de terror, o vampiro demonstrou ser uma proveitosa fonte de inspiração para as indústrias cinematográfica e dos jogos de vídeo. Drácula desempenha um papel principal em mais filmes que qualquer outro personagem excepto Sherlock Holmes, e muitos filmes do início do cinema foram ou baseados no romance Drácula, ou derivados a partir deste com poucas adaptações. Entre estes incluem-se o emblemático filme mudo alemão de 1922, Nosferatu, realizado por F. W. Murnau e apresentando a primeira representação cinematográfica de Drácula - embora os nomes e personagens imitavam intencionalmente os de Drácula, Murnau não conseguiu obter permissão da viúva de Stoker para o fazer, e foi obrigado a alterar muitos aspectos do filme. Além deste filme houve ainda Dracula (1931), da Universal, com Béla Lugosi no papel do Conde, no que foi o primeiro filme sonoro representando Drácula. Nesta década surgiram muitos outros filmes de vampiros, sendo o mais notável A Filha de Drácula em 1936.[164]
A lenda do vampiro cimentou-se na indústria cinematográfica quando Drácula reencarnou para olhos de uma nova geração com a celebrada série de filmes de terror Hammer Horror, com Christopher Lee protagonizando o Conde. O sucesso do filme de 1958 Dracula, protagonizado por Lee, foi seguido de sete sequelas. Lee retornou como Drácula em todas excepto duas, ficando bem conhecido por esse papel.[165] Na década de 1970 os vampiros diversificaram-se no cinema, com trabalhos como Count Yorga, Vampire (1970), um conde africano, no filme de 1972 Blacula, a produção da BBC Conde Drácula, com o actor francês Louis Jourdan como Drácula e Frank Finlay no papel de Abraham Van Helsing, e um vampiro ao estilo de Nosferatu na mini-série televisiva de 1979 Salem's Lot, e uma reedição do próprio Nosferatu, intitulada Nosferatu the Vampyre com Klaus Kinski, no mesmo ano. Muitos filmes apresentaram vampiros femininos como antagonistas, muitas vezes lésbicos, como em The Vampire Lovers da série Hammer Horror, produzido em 1970 e baseado em Carmilla, embora o argumento ainda gire em torno de um vampiro maléfico como personagem central.[165]
O argumento do episódio piloto da série televisiva de 1972 de Dan Curtis Kolchak: The Night Stalker girava em torno do repórter Carl Kolchak numa caçada ao vampiro em Las Vegas. Filmes posteriores mostraram uma maior diversidade de argumentos, tendo alguns se focado no caçador de vampiros, como Blade na série de filmes da Marvel Comics Blade, e o filme Buffy the Vampire Slayer. Buffy, estreado em 1992, pressagiou a presença vampírica na televisão, com uma adaptação para a série de sucesso do mesmo nome, e do seu spin-off Angel. Outros ainda apresentaram o vampiro como protagonista, como o filme de 1983 The Hunger, em 1994 Entrevista com o Vampiro e a que pode ser considerada uma sua sequela indirecta, rainha dos Condenados, e a série de 2007 Moonlight. Drácula de Bram Stoker foi um notável filme de 1992, tornando-se o filme de vampiros mais repulsivo até então produzido.[166] Este aumento de interesse em argumentos vampíricos levou à representação do vampiro em filmes como Underworld e Van Helsing, e o filme russo Night Watch e da reedição da mini-série televisiva 'Salem's Lot, ambos de 2004. A série Blood Ties estreou na Lifetime Television em 2007, apresentando um personagem representado como Henry Fitzroy, filho ilegítimo do rei Henrique VIII de Inglaterra tornado vampiro, na Toronto actual, com uma ex-detective de Toronto como protagonista. A série de 2008 da HBO, intitulada True Blood, usa uma aproximação sulista ao tema vampírico.[162] Outro programa popular sobre vampiros é The Vampire Diaries da CW. A continuada popularidade do vampiro foi atribuída a dois factores: a representação da sexualidade e o medo perpétuo da mortalidade.[167] Outra série "vampírica" que recentemente[quando?] surgiu é a saga Crepúsculo, uma série de filmes baseada na série de livros do mesmo nome.
A Rede Globo, no Brasil, exibiu duas telenovelas abordando o tema: Vamp em 1991,[168] e O Beijo do Vampiro em 2002.[169] Na novela Caminhos do Coração da Rede Record um dos personagens é um vampiro.[170]
Em Portugal surgiram em 2010 duas séries televisivas sobre vampiros: Lua Vermelha, da SIC, em formato de série juvenil e actualmente (2011) em exibição,[171] e Destino Imortal, uma mini-série de seis episódios da TVI.[172]

Jogos de vídeo

A imensa popularidade da plataforma Apple iOS como plataforma de jogos levou à adopção de jogos como Vampire Rush pela audiência de jogadores ocasionais.[173] O jogo de role-playing Vampire: the Masquerade teve grande influência sobre a ficção vampírica moderna e elementos da sua terminologia, como embrace e sire, passaram a ser largamente usados. entre os jogos de vídeo sobre vampiros mais populares contam-se Castlevania, uma extensão do romance original de Bram Stoker Drácula, e Legacy of Kain.[174] Os vampiros aparecem ainda esporadicamente em outros jogos, incluindo The Elder Scrolls IV: Oblivion, onde uma personagem pode ficar afectada por porfíria.[175] uma aproximação diferente aos tema vampírico ocorre em num outro jogo da Bethesda, Fallout 3, com "The Family". Aqui são representados como alguém que sofre de desejos canibais, mas contentou-se com o sangue de modo a não se afundar numa insanidade mental ainda maior.